As Vozes do Oceano

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O planeta está vivo!

O planeta Terra é um ser vivo de imensas proporções.

Vivemos apenas na estreitíssima superfície dele e tudo o que causamos, seja de positivo ou de negativo, acontece nessa diminuta parte do planeta.

Fonte: BBC

Planeta Terra

Tão pequenos e limitados que somos, não percebemos claramente a vida do planeta.

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Terceiro episódio da série Rango e Fish.

Aprecie sem moderação, mas cuidado com os extraterrestres…!

Aloha!

Golfinhos treinados pelo exército Russo para matar, se recusavam a realizar tal tarefa!

Golfinho usado pela marinha

Anos depois da paralisação do programa soviético, alguns detalhes do treinamento realizado no aquário de Sebastopol vieram à tona, como o uso de agulha e seringas envenenadas presas aos animais, que aprendiam a se aproximar dos mergulhadores inimigos com esses objetos.

No entanto, segundo um especialista do aquário de Moscou, os golfinhos acabaram se tornando inúteis para esse tipo de missão.

Enquanto os leões-marinhos e as focas não tinham nenhum problema em realizar o trabalho, os golfinhos se negavam a repetir a ação após perceber o desfecho fatal de sua ‘brincadeira’ com os mergulhadores.

Na prática, a Frota do Mar Negro se limitou a usar os golfinhos em tarefas de localização de mergulhadores não autorizados em águas de suas bases navais na península da Crimeia.

Golfinho equipado pelo exército

Em meados de século passado, os cetáceos também eram treinados para missões suicidas, nas quais, com potentes explosivos amarrados ao corpo, deveriam localizar submarinos e navios inimigos.

Mas essa medida também não se mostrou eficaz, tendo em vista que os animais pareciam saber de sua morte e, por isso, se negavam a cumprir as ordens dos instrutores.

Boneco de golfinho exposto no museu da marinha Russa

É, nesse caso, está claro que os golfinhos foram mais inteligentes do que o ser humano.

Aloha!

A Inteligência dos Golfinhos

“Lembro que a primeira vez que vi o cérebro de um golfinho fiquei impressionado com a sua estrutura, tamanho e complexidade. Ao mesmo tempo, fiquei perplexo diante da falta de conhecimento sobre isso pela população em geral e também pelos ambientes acadêmicos. No momento em que comparei o cérebro dos golfinhos com o nosso, lado a lado, pela primeira vez em minha vida – apesar de conhecer o cérebro humano desde minha infância e de estudá-lo há alguns anos nas aulas de neuroanatomia – o nosso cérebro me pareceu primitivo e subdesenvolvido.”

Cérebro de golfinho ao lado de humano

“Além de todas estas fabulosas características cerebrais apresentadas acima, eles têm outras capacidades incríveis, como poder operar cada hemisfério cerebral independentemente do outro. Por exemplo, eles podem mover cada olho independentemente do outro olhando para baixo com um olho e para cima com o outro, ou então em direções opostas.

As funções corporais, que em nós humanos são inconscientes, como respiração, ereção do pênis e sono, nos golfinhos são conscientes. Eles escolhem em que momento respirar, quando exteriorizar o seu pênis e por quanto tempo dormir, sem que para isso necessitem de despertadores ou relógios.

Gangue dos golfinhos

Gangue dos golfinhos

Eles também não ficam completamente inconscientes, isto é, não dormem totalmente. Quando necessitam descansar, desativam um hemisfério cerebral por vez, o que permite que descansem um lado do corpo enquanto o outro permanece desperto. Esse sentido foi desenvolvido possivelmente pela necessidade de estarem atentos a possíveis predadores ou perigos no oceano, bem como para respirar.”

Trechos do livro – Os Golfinhos do Sul do Brasil e a Pesca Solidária no Rio Mampituba.

Aloha!

Segundo episódio da série Rango e Fish!

Aprecie sem moderação.

E quanto a você? Usas quanto por cento de seu cérebro humano?

Aloha!

Os golfinhos na história – Uma antiga amizade

“Através da história os golfinhos têm auxiliado os seres humanos, desenvolvido laços de amizade com eles, levado crianças para passear em suas costas, auxiliado pescadores a capturar os peixes, guiado navios, salvado pessoas de afogamento, participado de filmes, pesquisas e, mais recentemente, auxiliado na terapia para crianças portadoras de necessidades especiais.

Estamno de Etruria (M.A.N. Madrid)

Young aulos-player riding a dolphin: red-figure stamnos, ca 360-340 BCE, found in Etruria, (National Archeological Museum, Madrid)

Em muitas culturas antigas, os golfinhos possuem poderes divinos e são considerados seres superiores.

No Vietnã por exemplo, eles eram considerados iguais aos homens e, caso fosse encontrado um golfinho morto na praia, seu corpo deveria ser enterrado e enlutado por aquele que o encontrou. Em Groote Island, uma ilha ao norte da Austrália, os nativos se consideram descendentes diretos dos golfinhos, celebrando esta memória em suas histórias e cerimônias. Uma outra tribo aborígene, que habita a Austrália, em Morning Island, se define como o Povo Golfinho. Seus jovens passam por diversas provas e testes quando crescem para que possam desenvolver qualidades  como sensibilidade e intuição. O jovem que for considerado o mais sensível será o xamã da tribo. Esse povo acredita que o xamã é o espírito de um golfinho que escolheu reencarnar na forma humana.

Para os marinheiros de Creta, amarrar um peixe na proa do barco era a garantia de que os golfinhos os guiariam em alto-mar. No século XIX, era considerado má sorte ferir a um golfinho.

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Fresco of Dolphins, ca. 1600 BC, from Knossos, Crete.

O povo Maori da Nova Zelândia, afirmam terem sido guiados até a sua terra prometida por um grupo de golfinhos, que os auxiliou a chegar até a costa. Os anciãos Maori descrevem os golfinhos como “seres humanos no mar”, que só devem ser chamados em tempos de dificuldades.” Trechos do livro – Os Golfinhos do Sul do Brasil e a Pesca Solidária no Rio Mampituba.

Você poderá adquirir o livro em formato digital e na promoção por ótimo preço (perfeito para leitura instantânea em seu computador, ceular ou Ipad) aqui na Livraria Cultura ou impresso diretamente através da editora Bookess.

Aloha!

Grupo de golfinhos protege e guia nadador em prova pela Sociedade de Conservação das Baleias e Golfinhos

O nadador britânico, Adam Walker, já tinha razões suficientes para se preocupar quando aceitou o desafio de fazer uma longa e cansativa prova de travessia do Estreito de Cook, na Nova Zelândia. Além das águas congelantes, algo muito pior começou a acompanhá-lo nas horas finais da competição: um perigoso tubarão nadando logo abaixo dele.

O fato ainda mais surpreendente aconteceu quando um grupo de golfinhos o cercou, salvando-o, de certa forma, de um possível ataque do tubarão. Os amigos golfinhos o acompanharam por cerca de uma hora até Adam cruzar o Estreito, formando uma barreira de proteção que espantou o inimigo. Confira o vídeo.

Segundo o Daily Mail, para quem teve a oportunidade de assistir esse fenômeno, foi uma visão mágica quando os golfinhos estavam emparelhados com o nadador. Eram cerca de dez desses mamíferos marinhos, que chegaram tão perto de Adam que ele pode até tocar em alguns. Se eles simplesmente queriam se divertir ou estavam realmente querendo proteger o nadador, isso não ficou claro, mas Adam ficará eternamente grato por isso.

Adam estava participando de sua sexta prova como parte do Desafio dos Sete Oceanos, em que os participantes precisam atravessar os canais e estreitos mais conhecidos do mundo a fim de arrecadar fundos para a Sociedade de Conservação das Baleias e Golfinhos. E curiosamente, nessa prova, alguns dos beneficiados da entidade organizadora da prova participaram ativamente!

O atleta completou a extensa prova em 8 horas 36 min, mas valeu todo esforço, ainda mais pelas companhias do final da prova. “Eu gosto de pensar que eles estavam me protegendo e me guiando! Esta experiência vai ficar comigo para sempre”, escreveu Adam Walker em sua conta no Facebook.

 

Mais casos

De acordo com o Daily Mail, essa não foi a primeira vez que os golfinhos, que costumam atacar tubarões para proteger seus filhotes, ficaram conhecidos por salvar seres humanos dos temidos animais. Em 2004, um grupo de quatro nadadores foi protegido contra um grande tubarão branco (de três metros) por um grupo de golfinhos que os cercaram ao largo de uma praia, também na Nova Zelândia.

Rob Howes, um salva-vidas de origem britânica, que estava nesse grupo junto com a sua filha e dois amigos disse à Press Association, da Nova Zelândia, que os seres marinhos ficaram com eles por cerca de quarenta minutos. Howes disse que os golfinhos se agruparam em torno deles, fazendo círculos, enquanto o tubarão estava muito perto. Mas a proteção funcionou, o tubarão se afastou e eles conseguiram voltar para a areia a salvo.

 

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