As Vozes do Oceano

Notícias sobre as Inteligências Aquáticas

Junho de 2013

Índia declara os golfinhos como pessoas não humanas.

Imagem: internet

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Um grande passo foi dado em relação ao reconhecimento dos golfinhos como inteligências não humanas. Agora, na Índia, além de os golfinhos serem protegidos por lei, eles não poderão mais serem mantidos em cativeiro.

 

O ministro hindu do meio ambiente e das florestas, baniu todos os shows de golfinhos em seu território argumentando serem moralmente inaceitáveis, já que golfinhos são pessoas não humanas.

Em uma declaração, o governo da Índia avisou todos os governos estaduais do país para rejeitar qualquer proposta para estabelecer delfinariuns, por qualquer pessoa, organizações privadas ou públicas, governos, etc, e por qualquer razão.

A declaração liberada pela Autoridade Animal Central diz que: “Os cetáceos no geral são muito inteligentes e sensíveis, e vários cientistas do mundo que os pesquisam comprovaram a sua alta inteligência comparada aos outros animais do planeta, devendo eles serem vistos como pessoas não humanas com os seus próprios direitos, sendo por isso moralmente inaceitável mantê-los em cativeiro.”

A Índia é o primeiro país do mundo a aceitar tal declaração e torná-la lei. Já dizia Gandhi:

“O grau de evolução de uma sociedade pode ser avaliado pelo modo como essa sociedade trata suas crianças, seus idosos e seus animais.”

Aloha!

 

Fevereiro de 2012

Foto: Jan Ploeg

Cientistas sugerem que estes seres são tão brilhantes que devem ser tratados como “pessoas não humanas“. Estudos sobre o comportamente dos golfinhos relevaram a similitude de suas comunicações à dos seres humanos, ultrapassando à dos chimpanzés.

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Isto foi respaldado por pesquisas anatômicas que mostram que os cérebros dos golfinhos têm muitas características chaves associadas com uma alta inteligência.

Os pesquisadores sustentam que seus estudos demonstram que é moralmente inaceitável manter estes animais inteligentes em parques de atrações, matá-los para comer, ou que estes tenham que morrer por acidentes de pesca. Cerca de 300 mil baleias, golfinhos e botos morrem desta maneira a cada ano.

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– “Muitos dos cérebros dos golfinhos são maiores que o nosso e o segundo em massa -após o cérebro humano- ao ser correlacionados com o tamanho do corpo”, disse Lori Marinho, uma zoóloga da Universidade de Emory em Atlanta, Georgia, que utilizou imagens por ressonância magnética para traçar o cérebro das espécies de golfinhos e compará-los com o dos primatas. “A neuroanatomia sugere uma continuidade psicológica entre os seres humanos e os golfinhos, o qual tem profundos envolvimentos na ética das interações dos humanos com os golfinhos”, acrescentou.

Os estudos mostram como os golfinhos têm personalidades diferentes, um forte senso de si mesmos e podem pensar no futuro.

Também ficou claro que são animais “culturais”, o que significa que novos tipos de comportamentos podem ser rapidamente aprendidos por um golfinho de outro. Em um estudo, Diana Reiss, professora de psicologia no Hunter College, de Nova York, demonstrou que os golfinhos comuns podem se reconhecer em um espelho e inclusive utilizá-lo para inspecionar as diversas partes de seu corpo, uma habilidade que se cria limitada aos seres humanos e aos grandes símios. Em outro estudo, descobriram que os animais em cativeiro também têm a capacidade de aprender uma linguagem rudimentar baseada em símbolos.

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Outras pesquisas mostraram que os golfinhos que vivem em cativeiro podem resolver problemas difíceis, enquanto os golfinhos que vivem em estado silvestre cooperam em formas que implicam estruturas sociais complexas e um alto nível de sofisticação emocional. Em um caso recente, ensinaram a um golfinho resgatado de seu habitat a “caminhar sobre o rabo” enquanto recuperava-se de uma lesão durante três semanas em um parque aquático na Austrália. Após ser liberado, os cientistas surpreenderam-se ao ver outros golfinhos silvestres fazendo o mesmo. Obviamente aprenderam com aquele que foi treinado enquanto estava em cativeiro.

Há muitos exemplos similares, como os golfinhos que vivem na Austrália ocidental, os quais aprenderam a cobrir seus focinhos com esponjas para se protegerem na busca de peixes espinhosos que vivem no fundo do oceano. Estas observações, junto com outras que mostram, por exemplo, como os golfinhos cooperam com precisão militar em estratégias para encurralar bancos de peixes que lhes servirão de alimento, estão propondo diversas interrogações a respeito das estruturas do cérebro dos golfinhos.

O tamanho é só um fator. Os pesquisadores descobriram que o tamanho do cérebro varia enormemente -de umas 200 gramas para espécies de cetáceos pequenos, como o golfinho do rio Ganges, a mais de 8 kg para os cachalotes, cujos cérebros são os maiores do planeta. O cérebro humano, ao contrário, varia entre 1 a 1,8 kg, enquanto o cérebro de um chimpanzé pesa ao redor de 350 gramas. Quando se trata de inteligência, no entanto, o tamanho do cérebro é menos importante que seu tamanho em relação ao corpo.

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O que Marinho e seus colegas descobriram foi que o córtex cerebral e o neocórtex dos golfinhos são tão grandes que “as relações anatômicas responsáveis pela capacidade cognitiva colocam-nos no mínimo em segundo lugar após o cérebro humano”. Também descobriram que o córtex cerebral dos golfinhos nariz de garrafa, tem as mesmos dobras arrevesadas que estão fortemente vinculadas com a inteligência humana. As dobras aumentam o volume do córtex e a capacidade das células do cérebro para interconectar entre si. “Apesar da evolução ao longo de uma trajetória neuroanatômica diferente dos seres humanos, os cérebros dos cetáceos têm várias características que se correlacionam com a inteligência complexa”, disse Marinho.

Marinho e Reiss, exporão suas conclusões em uma conferência em San Diego, Califórnia, no próximo mês, concluindo que as novas provas sobre a inteligência dos golfinhos torna repugnante os maltratos a este animal. Thomas White, professor de ética da Loyola Marymount University, na Califórnia, quem escreveu uma série de estudos acadêmicos que sugerem que os golfinhos têm direitos, falará na mesma conferência. “A pesquisa científica sugere que os golfinhos são pessoas não humanas que são qualificadas para o status moral de indivíduos”, disse White.
Fonte: Times Online
Janeiro de 2012

Quem não conhece alguém que fala enquanto dorme a noite? As pessoas reordenam suas ideia enquanto dormem, e diz-se que o sono tem uma importante função à hora de fixar informação e assimilar novos conhecimentos. Algo assim poderia acontecer com os golfinhos, segundo um estudo realizado um grupo de etologistas do aquário de golfinhos “Planeta Selvagem”, em Port-Saint-Père (França).

Os pesquisadores realizaram gravações durante a noite nas qual é possível identificar uma série de sons que não tem nenhuma correspondência aos que os golfinhos emitem durante o dia. Ao final, conseguiram identificar os misteriosos cantos: são praticamente iguais aos que emitem as baleias-jubarte. Os golfinhos escutam este som diariamente já que faz parte da trilha sonora do espetáculo que o “Planeta Selvagem” oferece a seus visitantes.

Ainda que já era conhecido o fato de que estes animais são capazes de imitar sons, até agora pensavam que só eram capazes do fazer só depois de escutá-los. No entanto, neste caso os golfinhos não imitam às baleias durante o desenvolvimento do espetáculo, senão que esperam várias horas para “praticar” as novas melodias que aprendem. O seguinte passo será comprovar se os golfinhos estão realmente dormindo enquanto emitem os sons de baleias, já que isso significaria que o sono também lhes ajudaria a fixar a nova informação na memória.

“Eu já gravei sons de golfinhos em liberdade muito parecidos aos que emitem as baleias-jubarte”, indica Peter Tyack, da Universidade de St. Andrews. “Os golfinhos emitem tantos sons diferentes que é difícil saber quando estão imitando outros animais”. De modo que será necessário esperar novos dados para saber se, realmente, os golfinhos falam, durante o sono, o idioma das baleias.

Leia mais: http://www.ndig.com.br/item/2012/01/os-golfinhos-falam-baleis-durante-o-sono#ixzz1l8UR4Li5

Fonte: Sicence Now.

Outubro 2011

As criaturas famosas que povoam o oceano do entretenimento – Moby Dick, Flipper, a baleia Willy, Bob Esponja, Polvo Paul, entre outros – acabam de ganhar um novo companheiro, a protagonista de ‘Winter, o Golfinho,’ filme claramente destinado ao público infantil, que estreia em cópias dubladas e nas versões 3D e convencional.

Os adultos podem torcer o nariz – afinal, o filme é um tanto óbvio -, mas, para a criançada, funciona bem. Golfinhos são animais cativantes e inteligentes, e o cinema sempre lhes ressalta essas qualidades. Nos Estados Unidos, o filme, que retrata uma história real, chegou a liderar a bilheteria em sua estreia, há duas semanas.

A golfinho Winter encalha numa praia da Flórida, com a cauda seriamente machucada. Com a ajuda de um pescador e de um garoto chamado Sawyer (Nathan Gamble, de ‘Marley e Eu’), a golfinho é levada para um aquário público, onde receberá atenção de veterinários e alimentação, enquanto se recupera num tanque.

Sawyer, que é uma criança-problema para a mãe (Ashley Judd), deixa de frequentar a recuperação na escola durante as férias de verão e passa a ir todos os dias ao aquário para visitar Winter. Ajudar o animal a se recuperar torna-se a razão de viver do garoto.

Mas, para o diretor Charles Martin Smith e os roteiristas Karen Janszen e Noam Dromi, pouca desgraça é bobagem. Não basta a golfinho perder o rabo e ter dificuldade para se locomover, como também começa a ter problemas na coluna. Além disso, o aquário não tem mais verba, deverá ser fechado e nenhum zoológico ou outro aquário quer ficar com Winter.

E não para por aí. Paralelamente, o primo de Sawyer é um jovem soldado (Austin Stowell), recém-saído da academia, que se fere e fica preso a uma cadeira de rodas e não pode mais seguir em frente com sua carreira promissora como nadador.

A novidade na história acontece quando o veterinário (Harry Connick Jr.), aliado a um protético (Morgan Freeman), tenta inventar uma cauda artificial para o animal. Ao mesmo tempo, a filha do veterinário (Cozi Zuehlsdorff) e Sawyer armam um evento para salvar Winter e o aquário.

‘Winter, o Golfinho’ desliza para um melodrama em vários momentos. Mas a história real da golfinho torna-se um símbolo de superação. Motivando crianças com problemas físicos, consegue ser emocionante sem nunca cair no exagero ou na manipulação. Talvez esteja aí – mais na questão da capacidade individual de cada um do que na superação em si – que resida o que há de mais interessante e importante no filme.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

Setembro 2011

Um novo estudo mostrou que o golfinho pode sentir uma presa através de campos elétricos. Os pesquisadores notaram que as estruturas sobre a cabeça do animal são provavelmente órgãos sensoriais, que poderiam detectar campos elétricos na água.

A eletrorrecepção é bem conhecida em peixes e anfíbios, mas até agora o exemplo único de mamífero com a capacidade era o ornitorrinco. O ornitorrinco é um monotremado, um subgrupo de mamíferos que põem ovos.

O golfinho é considerado o primeiro “verdadeiro” mamífero que capta sinais elétricos. Com a nova descoberta, os cientistas dizem que é possível que outros cetáceos apresentem a mesma capacidade.

O boto-cinza (Sotalia guianensis), parente do golfinho comum, vive em torno da costa leste da América do Sul. Como todos os cetáceos com dentes, ele caça e localiza suas presas usando o som.

Agora, os pesquisadores têm mostrado que, a curta distância, ele também pode sentir sinais elétricos.

Os botos não são tão sensíveis como tubarões e raias, mas podem detectar sinais do mesmo tamanho que os produzidos na água quando os peixes movem seus músculos.

“Esse animal se alimenta no fundo do mar com frequência, e vive em águas onde pode haver uma grande quantidade de lodo e lama. A ecolocalização não funciona em escala muito próxima, assim, a eletrolocalização pode ter uma boa opção”, explica o alemão Wolf Hanke, líder do estudo.

Os botos-cinza são raros, mas foram mantidos em cativeiro no zoológico de Muenster, na Alemanha.

Os pesquisadores ficaram curiosos sobre a função de pequenas depressões no rostro (“bico”) do golfinho – a parte da frente, projetando da cabeça e contendo as mandíbulas.

Quando um dos animais morreu, foi estudado. As depressões – conhecidas como criptas – são preenchidas com “bigodes” quando os golfinhos estão crescendo no útero, que depois desaparecem.

Mas as criptas ainda pareciam envolvidas na detecção alguma coisa. Para ver se agiam como eletrorreceptores, os pesquisadores treinaram o último boto que restava no zoológico.

O animal devia colocar sua cabeça em uma “estação de repouso”, onde eletrodos emitiam um minúsculo sinal elétrico para a água. Quando um sinal aparecia, o golfinho recebia uma recompensa se nadasse para longe. Sem o sinal, recebia uma recompensa se ficasse parado.

Mais tarde, os pesquisadores colocaram uma cobertura de plástico acima das linhas das criptas do boto, bloqueando qualquer sensor elétrico. O animal permaneceu parado mesmo com o sinal elétrico.

Os experimentos comprovaram que o animal podia sentir os sinais elétricos, e que as criptas eram de fato os órgãos responsáveis.

No futuro, os pesquisadores planejam investigar se outros cetáceos possuem a mesma capacidade. “Podemos fazer planos para viajar para a América do Sul e estudar os golfinhos em estado selvagem”, diz Hanke.[BBC]

Agosto 2011

Capacidade de cura de golfinhos pode ajudar humanos

Cura rápida e cicatrização perfeita ocorrem devido a habilidades regenerativas

Golfinhos tem capacidades surpreendentes e extraordinárias de cura e cicatrização de ferimentos. Com base nessas habilidades, pesquisadores esperam conseguir informações que ajudem a saúde humana.

“Esse é um animal de extrema similaridade estrutural à nossa. Essa poderia ser a fonte de informação, o lugar para encontrarmos algumas respostas para os grandes mistérios que nós, como médicos, estamos tentando resolver”, afirma Michael Zasloff, da Universidade Georgetown (EUA).

O pesquisador documentou diversos incidentes de ferimentos graves em golfinhos, causados provavelmente por tubarões. Algumas das mordidas sofridas pelos animais chegavam a ser do tamanho de bolas de basquete, e foram curadas em semanas, sem causar desfigurações, dor aparente e sem a ocorrência de infecções.

“Se eu visse isso em um ser humano, eu não acreditaria. Isso devia nos deixar admirados. Você tem um animal que evoluiu no oceano sem mãos ou pernas, que nada mais rápido do que nós, tem inteligência e talvez iguale nossa complexidade social e emocional, e cuja cura é quase alienígena quando comparada ao que nós podemos fazer”, diz Zasloff.

Algumas características específicas do animal podem ser a explicação para essa habilidade extraordinária. Quando golfinhos se machucam, eles não sangram até a morte. Uma possibilidade seria que os animais utilizam seu mecanismo de mergulho para impedirem o fluxo de sangue para o ferimento até que aconteça a coagulação. Quanto a ausência de infecções, a pele dos golfinhos contém compostos que possuem propriedades antibactericidas, que impedem que as infecções se desenvolvam em feridas abertas.

Os golfinhos também reagem de forma diferente à dor. A dor normalmente altera o comportamento do animal, e bichos com ferimentos profundos e abertos não conseguem se alimentar normalmente durante algumas semanas. Os golfinhos não alteram seu comportamento quando estão machucados, conseguem agir normalmente. Já a cura rápida e cicatrização perfeita ocorrem devido a habilidades regenerativas de células tronco especiais.

Para Zasloff, as técnicas que os golfinhos usam para reconstruírem os tecidos danificados poderiam ser apropriadas pelos humanos e utilizadas no desenvolvimento de técnicas próprias para o homem.

Fonte: Live Science – Boa Saúde

Julho 2011

Baleias Cachalote têm babás !

As baleias cachalote são conhecidas por se alimentarem de lulas gigantes encontradas nas profundezas marinhas. Para esse feito elas necessitam mergulhar mais de um quilômetro de profundidade permanecendo por vezes horas lá embaixo o que é impraticável para os seus recém-nascidos que necessitam permanecer junto a superfície para respirar e que para isso ficam na companhia de baleias mais velhas do que eles. Estas “babás” também tem a tarefa de proteger o infante que poderia ser uma presa fácil para os predadores.

Fonte: The Telegraph

Junho 2011

“Uma equipe da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA descobriu que a presa forma um órgão sensorial de tamanho e sensibilidade excepcionais, tornando o apêndice um dos mais notáveis do planeta.

A descoberta aconteceu quando a equipe passou o material da presa num microscópio eletrônico e descobriu novas sutilezas da anatomia dentária do narval.

Os close-ups mostraram que 10 milhões de terminações nervosas saem do centro da presa em direção à sua superfície, em contato com o mundo exterior. Os cientistas dizem que os nervos são capazes de detectar mudanças sutis de temperatura, pressão, gradientes de partículas e provavelmente muito mais, dando ao animal uma percepção única.

Como eles têm o costume de erguer as presas no ar, os cientistas imaginam que elas poderiam servir como estações meteorológicas sofisticadas, permitindo que os bichos farejem mudanças de temperatura e pressão ligadas à chegada de frentes frias e ao congelamento de canais em meio ao gelo.” fonte – Wikipédia

Isto é o que comprovaram os cientistas, mas e que outras tantas capacidades fantásticas a natureza em sua infinita sabedoria terá desenvolvido neste proeminente dente do Narval.

Poderá ser ele uma espécie de antena natural emissora e receptora de frequências sonoras, capaz de enviar e receber mensagens extraplanetárias ?

Para quem conhece os golfinhos isso até não seria assim tão surpreendente…

É claro que se esse for o caso os cientistas tardarão ainda muito tempo para chegar à essa conclusão.

Março 2011

Golfinhos acompanham barco que levava uma tartaruga gigante de volta ao oceano.

A tartaruga foi avistada pela primeira vez por pescadores nas proximidades da baía de Santos apresentando dificuldades de locomoção. Por se tratar de uma espécie rara e em perigo de extinção foi montada uma complexa operação envolvendo diversas pessoas e equipamentos para salvá-la.

A ilustre tartaruga de 60-90 anos de idade (podem viver até os 300 an0s) apresentava quadro de obstrução intestinal provavelmente devido a ingestão de sacos plásticos já que essa tartaruga se alimenta exclusivamente de mães da água.

Após uma semana de cuidados especiais, a tartaruga apresentando melhoras foi levada de volta ao oceano em mais uma grande operação. No caminho de volta à liberdade os barcos da operação foram acompanhados por diversos golfinhos que segundo uma bióloga: “eu estava sentindo enjôos da viagem mas quando avistamos aos golfinhos saltando ao lado da embarcação todo enjôo e mal estar passaram devido ao espetáculo que presenciávamos”.

Tal espetáculo foi sentido por muitos como uma recompensa pelos esforços das pessoas envolvidas no resgate da tartaruga.

Nesse ponto cabe um questionamento pertinente, será que os golfinhos estando conscientes do altruísmo humano deste episódio decidiram mostrar aos envolvidos a sua solidariedade e aprovação?

Por tudo o que se sabe sobre os golfinhos ao longo da história humana isso é bem possível !

Fevereiro 2011

US scientists examine possible link between dolphin deaths and BP oil spill

Appearance of 29 newborn corpses on Gulf of Mexico’s shores prompts government investigation into cause of deaths

http://www.guardian.co.uk/environment/2011/feb/25/gulf-of-mexico-dolphin-deaths

Novembro 2010

Golfinhos Australianos desenvolvem um novo método para apanhar os peixes.

Alguns pesquisadores australianos observaram golfinhos utilizando de conchas para capturar os peixes e depois comê-los.

Golfinhos já haviam sido vistos utilizando de métodos diversos para esse fim surpreendendo aos pesquisadores modernos com a sua inteligência. Um desses métodos é a própria pesca cooperativa, onde os golfinhos pescam em cooperação com os pescadores de rede para a captura dos peixes.

Outros golfinhos que vivem em alto mar usam de esponjas marinhas para vasculhar as areias do fundo sem serem feridos por objetos pontiagudos e animais  espinhentos.

Agora golfinhos de Shark Bay foram presenciados utilizando das conchas em um procedimento no qual eles provavelmente empurrem o peixe com o seu sonar guiando-o para dentro da concha disposta por eles no fundo do oceano. Assim que o peixe entra na concha o golfinho coloca o seu bico nela levando-a até a superfície da água onde ele a sacode até tirar toda a água de dentro juntamente com o peixe.

Um comportamento complexo, aparentemente difícil e que gera uma pergunta: o golfinho faz isso exclusivamente a fim de se alimentar?

Parece uma maneira fastidiosa de obter o seu alimento.

Talvez seja uma maneira criativa de o golfinho se divertir enquanto come ou então simplesmente uma expressão de sua criatividade.

Uma outra consideração que vale a pena ser feita é a de que como os golfinhos são muito mais antigos do que o homo sapiens sapiens, é possível inferir que eles tenham utilizado de diversos outros métodos ao longo de toda a história de sua espécie não só para se alimentarem como também para desenvolverem atividades em grupo que somente agora tenham sido notadas, mas que na verdade podem ser muito antigos.

12 Respostas

  1. edgar morin

    Sempre achei que os golfinhos fossem muito inteligentes. Mais uma comprovaçao disso.

    abraçcos

    26 de novembro de 2010 às 11:46

  2. luham souza

    eu amei a historia da winter, ate hoje eu tendo visida a winter mais eu não acho a logalisação dela mais eu fou achar eu não fou dessestir.

    7 de janeiro de 2012 às 12:34

    • Olá Luham.

      Para encontrar onde você pode assistir ao filme basta fazer uma busca pela Winter no Google e logo você encontrará todas as informações que necessita. E sobre a localização da residência da Winter posso te adiantar que fica no Aquário de Clearwater na Flórida, Eua, e como um amante e defensor dos golfinhos devo lembrar que manter golfinhos em cativeiro é errado, embora o caso da Winter seja especial pois ela necessitou ajuda humana para continuar sobrevivendo, o que atenua a sua situação como um golfinho cativo.
      Os golfinhos são muito mais surpreendentes em seu ambiente natural, o oceano.

      Espero que encontre o que você esteja buscando e que a sua paixão pelos golfinhos se incremente ainda mais a ponto de tornar-te um defensor dos golfinhos também!
      Abraço!

      18 de janeiro de 2012 às 15:12

  3. stela

    oi meu nome é stela e tenho 11 anos gosto muito de animais marinhos
    principalmente de golfinhos, des dos meus6 anos de idade queria ser biologa marinha
    e depois de assistir esse filme não vejo a hora de encontrar com um golfinho,

    abraçosss.

    23 de janeiro de 2012 às 12:56

  4. bruna

    eu quero saber onde eu posso encontrar a winter
    que eu fiquei imprecionada com o filme e quero conhecela

    21 de fevereiro de 2012 às 19:21

    • Olá Bruna. Você pode ver a Winter através do site que foi passado ao final do filme: seewinter.com/
      E para visitá-la você precisará ir até a Flórida. Nesse site que te passei constam todas as informações.
      Abraço!

      22 de fevereiro de 2012 às 10:58

  5. eu gosto dos golfinhos quando eu vejo essas coisas eu choro meu sonho é de ver um mas uu vou lutar por eles

    16 de março de 2012 às 17:22

  6. lAURA

    sempre quis ver algum golfinho. Eu amo eles de paixao eu queria nadar com eles alimentar eles e um dia eu vol emcostar nos golfinhos porque eu tenho esperança.

    22 de novembro de 2012 às 10:09

  7. Oi, gostaria de saber se há maus-tratos a golfinhos nos parques no México. Eu gostaria de nadar com eles, mas como estão em cativeiro, acho que é prejudicial (desculpe, mas não conheço muito sobre golfinhos). E se a prática for abusiva ou prejudicial de alguma forma prefiro não compactuar com a prática.

    24 de julho de 2013 às 19:56

    • Priscila,

      Desculpa o longo atraso em responder. Não estou sabendo de mais tratos nos delfinarios mexicanos, no entanto, os golfinhos estão em cativeiro, que está longe de ser a situação ideal para eles.

      Isso vai depender de vc. A decisão é sua. Não posso dizer para você não ir, pois talvez vc seja uma das poucas pessoas que tenha a oportunidade de estar tão próxima deles. Então eu recomendaria, caso vc não possa estar com eles em mar aberto, que visite o delfinario. Quem sabe assim você poderá conhecê-los melhor e ser mais uma ativista em sua proteção.

      Abraço

      15 de setembro de 2014 às 13:39

  8. URGENTE!!! Ola me chamo Juliana… Moro no Japao e no mes de setembro comecou a temporada de matanca de golfinhos na cidade de Taiji !!! Um ato cruel, isso dura 6 meses , sao 6 meses os barcos indo todos os dias a procura de gofinhos para mata- los!!! Ajude- os SALVE OS GOLFINHOS??? SAVE DOLPHINS…

    14 de setembro de 2014 às 7:56

    • Olá Júlia,

      Já tem gente lutando contra isso aí no Japão. E algumas petições on-Line. Inclusive já postei no blog.

      Abraço

      15 de setembro de 2014 às 13:34

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