As Vozes do Oceano

O planeta está vivo!

O planeta Terra é um ser vivo de imensas proporções.

Vivemos apenas na estreitíssima superfície dele e tudo o que causamos, seja de positivo ou de negativo, acontece nessa diminuta parte do planeta.

Fonte: BBC

Planeta Terra

Tão pequenos e limitados que somos, não percebemos claramente a vida do planeta.

Os antigos compreendiam melhor isso. Naqueles tempos eles estavam mais conectados ao planeta ao andarem descalços trocando elétrons com ele; ao sentirem o frio e o calor e precisarem se abrigar em suas cavernas e rochedos ficando bem próximos de sua estrutura; sem a interferência das redes elétricas e das ondas de rádio e televisão que não existiam naqueles tempos, eles percebiam melhor as correntes eletro-magnéticas como canais e veias energéticas que existem em diversas partes do planeta. Os antigos sentiam, assim como os animais, a iminência de um grande tremor de terra ou tsunami devido a uma pequena vibração em baixo de seus pés. Por isso diziam que a Terra estava zangada quando um vulcão entrava em erupção e também faziam oferendas para lhe agradecer pela vida e recursos naturais, porque para eles, ela era um ser vivo.

Ancião peruano fazendo oferenda à Terra

Ancião peruano fazendo oferenda à Mãe Terra

Infelizmente com a vida moderna, estamos nos tornando turistas em nossa própria terra. Já não sabemos mais que plantas nos curam, já não reconhecemos tão bem a topografia onde vivemos e os fenômenos climáticos prestes a acontecer, tampouco a vida animal que vive próxima de nós e o seu papel em nossa vida e entorno. A moda agora é fotografar e filmar os lugares onde vamos para mostrar aos outros, em vez de nos conectarmos totalmente com o ambiente de maneira a refletirmos melhor.

Mas agora, com os avanços no campo da astronomia e ciência espacial através principalmente dos satélites que observam, fotografam e filmam o planeta a cada instante, podemos ver com clareza que ele está vivo e se movimentando através das placas tectônicas, suando através das chuvas e vulcões, respirando através dos ventos, seu sangue fluindo pelos rios e oceanos, seus pelos e cabelos são a vegetação e, parte de seus neurônios somos nós humanos e os demais seres vivos pensantes.

Porém, ainda estamos longe de compreendermos por completo a vida desse planeta que nos hospeda.

Nos consideramos o centro da vida na Terra e os mais evoluídos daqui. Isso é um grande engano.

No nosso patamar evolutivo, talvez mais além dele ainda, estão os golfinhos nariz de garrafa e algumas espécies de baleias que têm os maiores e mais complexos cérebros do planeta, como a baleia Cachalote por exemplo.

Baleia Cachalote

Baleia Cachalote

E, além desses seres mencionados acima, ainda existem outros que entram e saem do planeta a vontade, os famosos ufos, discos voadores. De onde eles vem e para onde eles vão é um mistério a ser descoberto, mas o fato é que eles estão interferindo em nossa evolução positivamente desativando ogivas nucleares como aconteceu inúmeras vezes durante as guerras e conflitos que assolam o mundo e que chegou até o nosso conhecimento pelos relatos dos militares.

Certamente não conseguiremos destruir o planeta, pois ele se regenera e recupera prontamente. Apenas alguns anos após a grande explosão nuclear de Hiroshima, os recifes de corais daquela parte do orbe que haviam sido devastados pela explosão, já estavam completamente reconstituídos e nenhum indício de radiação foi encontrado.

O planeta sabe como se recuperar e tem mecanismos de defesa que desconhecemos. Se continuarmos causando desequilíbrios  nele, quando nos dermos conta estaremos sendo devastados por cataclismos impossíveis de serem detectados com antecedência. O tempo da Terra é diferente do nosso, para ela mil anos, representa apenas um segundo. Por isso ela parece tão paciente conosco.

A única coisa que temos certeza que poderemos causar, é a devastação de nossa própria espécie. A Terra continuará com o seu coração vibrando que é o núcleo ardente de nosso planeta.

Aloha!

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