As Vozes do Oceano

O universo auto-consciente!

Imagem: Internet

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Revendo algumas anotações antigas, encontrei um texto escrito por mim há alguns anos atrás logo após eu haver lido um livro sobre física quântica.

O título do livro de autoria de Amit Goswami (um físico hindú) era O Universo Auto-Consciente. Neste livro Amit Goswami tenta provar através da física teórica que o universo é um imenso organismo vivo auto-consciente e que a consciência vem antes da matéria. Isso significaria a meu ver, que tudo têm um certo grau de consciência, até mesmo uma rocha que neste caso teria um tipo de consciência bruta, bem diferente da nossa experiência como humanos.

É interessante pensar assim, pois realmente vemos diversos tipos de consciência em nosso planeta, desde uma consciência coletiva das formigas que trabalham para a colônia, passando pela consciência de um ser humano, até a consciência de uma enorme baleia nadando nas águas salgadas do pacífico.

E, se formos analisar as culturas indígenas e as antigas como a filosofia chinesa, hindú, etc; veremos que elas entendiam o universo como algo vivo, onde até uma formiga faz parte de algo maior e tem seu valor.

Ao ler o livro na época não pude deixar de imaginar algumas coisas em relação a esta possível hipótese. Segue o texto:

“Será que o universo físico está se tornando consciente de si mesmo?

Dessa forma tudo estaria vibrando e teria consciência (uma prova disso estaria na física quântica), já que faz parte de uma super consciência viva.

Se assim é, nós mesmos estaríamos subindo os degraus dessa mega consciência universal, ampliando o nosso alcance e atuação nessa imensa engrenagem.

Assim, nunca deixaríamos de ser o que fomos. Seríamos sempre mais e melhores.

Todo o universo estaria evoluindo. As partes mais evoluídas como os sistemas solares e galáxias mai avançadas (onde seus habitantes teriam consciência e poderiam se comunicar com o restante da vida espalhada pelo cosmos), estariam puxando as menos, o nosso sistema solar e galáxia (que crê serem os únicos no universo).

Seríamos então peregrinos e artífices dessa engrenagem. Cada pensamento, sentimento, palavra e ação repercutiria no todo e receberíamos um feedback instantâneo (prestar atenção nisto seria um desafio para a nossa evolução).

Dessa maneira também, alguns questionamentos filosóficos de nossa humanidade como o que acontece após a morte, existirá um criador, os anjos serão reais, existe uma evolução, etc; seriam automaticamente respondidos e por vezes tornariam-se banais e sem sentido desde um nível superior de consciência. E deste nível superior talvez existissem novas possibilidades e habilidades que apenas intuiríamos agora, porém ainda inacessíveis e assuntos filosóficos muito mais interessantes.”

Faz sentido não?

Aloha!

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Uma resposta

  1. Na realidade, não!

    3 de agosto de 2013 às 7:25

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