As Vozes do Oceano

O Livro – Golfinhos do Rio Mampituba!

foto: Luiz Felipe Zanette

Na época em que os índios viviam no litoral sul do Brasil os golfinhos já estavam presentes. Antes disso, na época do homem de sambaqui ( primeiros habitantes humanos de que se tem notícia na região ) os golfinhos também já estavam não só presentes como também foram “homenageados” através de esculturas e pinturas rupestres.

Mesmo antes dos primeiros símios dos quais a nossa espécie provavelmente se origine, os golfinhos já formavam uma imensa sociedade globalizada de seres marinhos. Tudo leva a crer que eles foram os primeiros moradores do litoral sul do Brasil.

Durante toda esta epopéia evolutiva pelo planeta Água (Terra) houveram tempos gloriosos de harmonia, amizade e intercâmbio entre homens e golfinhos.

Somente mais recentemente é que a humanidade por se achar superior se afastou não só dos golfinhos mas também de todas as espécies e formas de vida da Terra.

Porém, é importante lembrar que muitas, senão todas as sociedades ancestrais que vivem paralelamente a nossa – como é o caso dos povos índigenas – continuam se relacionando com os demais seres vivos com profundo respeito e familiaridade.

E atualmente com o avanço da crise existencial humana as pessoas mais uma vez e possivelmente quando mais precisam estão rebuscando o contato com a natureza o que tem levado milhões de pessoas a se aproximarem dos golfinhos.

Cientistas, filósofos, líderes religiosos, políticos, biólogos, engenheiros, arquitetos, médicos, psicólogos, enfim pessoas de todas as profissões, credos e ideologias têm encontrado nos golfinhos muito mais do que simples animais irracionais, na verdade essas pessoas encontraram nos golfinhos muito mais do que esperavam.

Com os golfinhos do Mampituba está acontecendo a mesma coisa.

Eles sempre estiveram presentes e fizeram parte da história humana seja nos contatos com os homens de sambaqui, com os índios ou seja na atual sociedade humana que se encontra em suas margens. A influência dos golfinhos é clara até hoje.

foto: Luiz Felipe Zanette

Eles continuam dando o exemplo, demonstrando todos os dias que um mundo de paz e de amor no qual uma espécie ajuda a outra não só é possível, como já está acontecendo nos oceanos do planeta. Através da pesca em cooperação eles nos exemplificam isso auxiliando ao homem na captura dos peixes o que é imprescindível para a alimentação das famílias dos pescadores envolvidos.

Este é o assunto do livro Golfinhos do Rio Mampituba e os leitores e simpatizantes desta proposta estão convidados a participarem.

Você pode contribuir de diversas maneiras e através das várias iniciativas que aos poucos e conforme este trabalho progride irão sendo apresentadas neste blog.

Especialmente neste primeiro livro que é o nosso foco neste momento, você pode fazer parte contribuindo com dicas de editoras, envio de material, sugestões, *serviços profissionais ( tradução do livro e também do blog para o idioma inglês e espanhol ), edição, diagramação, publicação e /ou da maneira que você puder e se sentir mais a vontade.

Unidos nós podemos muito mais !!!

Não exite em enviar a sua mensagem de apoio e de colaborar com este propósito !

Afinal de contas vivemos em um planeta mais aquático do que terrestre, então nada mais natural do que nos relacionarmos de maneira pacífica com os povos que habitam a majoritária porção aquática dele.

Sigamos em frente com coragem e determinação que os povos marinhos nos aguardam…!

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10 Respostas

  1. Marilise

    Olá,amei esse livro,eu também sou uma apaixonada pelos animais Marinhos,especialmente golfinhos.Espero um dia poder nadar com um deles!

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    17 de maio de 2011 às 0:00

    • Olá Marilise !

      Parabéns pelo teu carinho aos povos marinhos, eles são os nossos irmãos que vivem na água!

      Abraço!

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      17 de maio de 2011 às 23:12

    • Sandra Bottesini Massocato

      Olá onde encontro o Livro? Amo os golfinhos!! Quero estuda-los sou bióloga e não encontro material sobre eles.

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      8 de outubro de 2012 às 20:58

      • Olá Sandra. Fique ligada no blog que logo o livro estará disponível nele.
        Aloha

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        9 de outubro de 2012 às 8:41

  2. teresa neto pereira

    ADOREI O TEXTO VAI AO ENCONTRO DO QUE EU SEMPRE PENSEI ACERCA DA VIDA E DA INTERLIGAÇÃO QUE TEMOS COM AS OUTRAS ESPECIES …SOMOS DE FACTO TODOS UNO …O RESPEITO E O RECONHECIMENTO DESTA VERDADE É FUNDAMENTAL PARA O EQUILIBRIO DO NOSSO EXTRAORDINÁRIO PLANETA E DE TODOS OS QUE NELE HABITAM .QUE O DEUS DE AMOR CONTINUE A ACREDITAR EM NÓS APESAR DO NOSSO EGOISMO …E QUE CADA UM DE NÓS COMEÇE A ACREDITAR EM SI MESMO COMO SERES FANTÁSTICOS COM UMA CAPACIDADE IMPAR DE AMAR .,PORQUE EFECTIVAMENTE ASSI O SOMOS :-))

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    7 de março de 2012 às 17:53

  3. Ildeone Manéa

    Parabéns pela idéia de fazer com que estes seres maravilhosos sejam mais compreendidos. Sempre amei golfinhos como gente mesmo. Tee gente que me chamou de maluca. Era só uma questão de tempo para descobrirem a real importância deles no mundo.

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    8 de março de 2012 às 12:00

    • Querida Ildeone,

      Também me senti assim em inúmeras ocasiões.
      Mas tenho certeza de que muitas coisas sobre os golfinhos serão descobertas. Isso é apenas o começo. Imagina o que estes seres com milhões de anos de evolução há mais do que a nossa tão atribulada espécie têm a nos dizer. Lembremos que a comunicação dos golfinhos é muito superior a nossa.

      Também é importante ressaltar que a ciência anda a passos curtos. Para aceitar um fato como verdadeiro os cientistas necessitam repetir várias vezes o mesmo experimento chegando a resultados semelhantes. É algo mecânico que nem sempre corresponde a realidade que é maior do que o nosso entendimento sobre ela.
      Os próprios golfinhos se entediam ao precisarem repetir o mesmo experimento. Para eles isso não faz sentido.

      A gente se guia muito pela opinião dos experts, a nossa sociedade funciona assim.
      Porém a meu ver se a educação que recebemos( que está consolidada na ciência e no método cartesiano) fosse tão boa assim, não estaríamos gerando tantos problemas para o meio ambiente e para nós mesmos.

      Abraço!

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      9 de março de 2012 às 9:36

  4. Walter Castro Neto

    OI. Como posso adquirir o livor?

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    12 de março de 2012 às 16:10

  5. Olá Walter,

    Acredito que no meio do ano ele estará publicado.
    Vou disponibiliza-lo primeiramente através do blog.
    Fique atento as atualizações do blog.

    Abraço!

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    13 de março de 2012 às 13:05

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